A imagem abaixo, de um ombro direito, corresponde à via de acesso de

- JUDET.
- MACKENZIE.
- MCLAUGHLIN.
- NEER posterior.
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Conceito-chave
O que a figura mostra. É um ombro direito visto por trás. A incisão acompanha a espinha da escápula e desce pela borda medial, desenhando um ângulo, e a pele foi levantada como um grande retalho. Por baixo, a musculatura posterior da escápula aparece com afastadores nas bordas e um feixe nervoso na parte superior. Essa incisão em ângulo sobre a espinha e a borda medial é a marca da via posterior de Judet.
A via, passo a passo. O Rockwood (10ª ed., cap. 33) descreve três fases na modificação do autor:
- Pele: incisão em bumerangue, da borda posterior do acrômio, ao longo da espinha, até o ângulo espinomedial, descendo pela borda medial; levanta-se o retalho sem abrir a fáscia comum do deltoide e do infraespinal.
- Deltoide: a porção espinal é solta da espinha e rebatida para laterodistal.
- Infraespinal: liga-se primeiro os vasos circunflexos da escápula no intervalo com o redondo menor; depois o músculo é solto e rebatido para proximal, com cuidado para não estirar o nervo supraescapular na incisura espinoglenoidal.
Por que é a via universal da escápula. Ela expõe a fossa infraespinal, as bordas lateral e medial, a espinha, os colos e as bordas posterior e inferior da glenoide. Serve às fraturas do corpo, do colo e da glenoide inferior. As alternativas limitadas existem porque mobilizar todo o infraespinal dá mais dor e reabilitação mais longa.
Na prova: incisão sobre a espinha e a borda medial, com retalho grande, é Judet. Incisão só pela borda lateral é a ideia da Dupont-Evrard.
A figura da dissecção anatômica da via de Judet, no resumo de escápula, mostra cada camada.
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