A inervação do músculo serrátil anterior é proporcionada pela estrutura que corresponde ao número

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Conceito-chave
O nervo torácico longo. Nasce diretamente das raízes de C5, C6 e C7, antes de formar troncos, desce atrás do plexo, atravessa o escaleno médio (as fibras de C5 e C6) e corre pela face lateral do tórax, sobre o serrátil anterior, junto à linha axilar média. É um nervo longo, fino e superficial, o que o torna vulnerável.
O que o serrátil faz. Mantém a escápula colada ao tórax, a protrai e, com o trapézio, faz a rotação superior da escápula na elevação do braço. Sem ele, o paciente não eleva bem o braço acima de 90 graus e a escápula se descola.
A escápula alada medial. A lesão do torácico longo gera escápula alada medial: a borda medial e o ângulo inferior se afastam do tórax e se deslocam medial e para cima, mais evidente ao empurrar uma parede com os braços estendidos. As causas são estiramento (esportes, carregar mochila pesada), iatrogenia (mastectomia com esvaziamento axilar, cirurgias torácicas, cirurgia da primeira costela), trauma direto e Parsonage-Turner. A maioria recupera em 6 a 24 meses; sem recuperação, transfere-se o peitoral maior (cabeça esternal) para o ângulo inferior da escápula.
O contraste lateral. A lesão do acessório (trapézio), comum após biópsia de linfonodo no triângulo posterior do pescoço, dá escápula alada lateral: a escápula cai e se desloca lateralmente, com ombro caído. O tratamento de escolha é a transferência de Eden-Lange (levantador e romboides).
Na prova: serrátil anterior = torácico longo, direto das raízes C5 a C7; lesão dá escápula alada medial. Trapézio = acessório, alada lateral.
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