Na figura a seguir, a seta indica o ligamento

- conoide.
- transverso.
- trapezoide.
- coracoacromial.
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Conceito-chave
O ligamento conoide. É o feixe medial e posterior dos coracoclaviculares, em forma de cone invertido, que vai da base do coracoide, junto à incisura supraescapular, ao tubérculo conoide, na borda posterior da face inferior da clavícula, a cerca de 4,5 cm da extremidade lateral. É quase vertical e é o principal responsável por impedir o deslocamento superior da clavícula.
O trapezoide ao lado. Fica lateral e anterior ao conoide, é achatado e quadrilátero, e mais horizontal. Vai da face superior do coracoide à linha trapezoide. Além de ajudar na estabilidade vertical, resiste à compressão da clavícula contra o acrômio.
Por que a distinção importa. Nas fraturas da clavícula distal, a classificação de Neer gira em torno dos coracoclaviculares. No tipo I, a fratura é lateral a eles e estável. No tipo II, o fragmento medial perde a conexão com o conoide (IIA, fratura medial a ambos; IIB, conoide roto e trapezoide preso ao fragmento distal), sobe pela tração do trapézio e pseudartrosa com frequência, por isso costuma ser operado. No tipo III, a fratura é intra-articular na AC.
Os outros ligamentos. O coracoacromial vai do coracoide ao acrômio, forma o teto do espaço subacromial e é usado no Weaver-Dunn. O transverso superior da escápula fecha a incisura supraescapular, com o nervo supraescapular por baixo.
Na prova: conoide é medial, posterior, vertical e cônico, e é o principal contra o deslocamento superior da clavícula; trapezoide é lateral e anterior.
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