Na dissociação escapulotorácica, o tipo 2B na classificação de ZELLE é caracterizado por comprometimento
- musculoesquelético isolado.
- musculoesquelético e vascular.
- musculoesquelético e neurológico incompleto.
- musculoesquelético, neurológico incompleto e vascular.
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Conceito-chave
Zelle 2B combina a lesão musculoesquelética com déficit neurológico incompleto. A letra B diferencia esse padrão do 2A, em que se acrescenta lesão vascular. Se o déficit neurológico incompleto vier junto de lesão vascular, passa a ser tipo 3.
A dissociação escapulotorácica é uma desconexão grave da cintura escapular do esqueleto axial, com lesão de partes moles e possível comprometimento dos vasos e do plexo. Pode ocorrer com a pele intacta. Portanto, a ausência de uma ferida aberta não torna a lesão pequena nem permite dispensar o exame neurovascular.
| Zelle | Elemento que se soma à lesão musculoesquelética |
|---|---|
| 1 | Nenhum dos componentes neurovasculares da classificação |
| 2A | Vascular |
| 2B | Neurológico incompleto |
| 3 | Neurológico incompleto e vascular |
| 4 | Avulsão completa do plexo |
A extensão da lesão do plexo tem grande valor prognóstico. Classificar o déficit como incompleto não significa que seja leve; significa que ele não equivale à perda completa da função neural do tipo 4. O prognóstico e o planejamento dependem de estabelecer a extensão real da lesão, além da situação vascular e das ameaças gerais do trauma.
O quadro reproduzido no resumo tem uma ressalva editorial: o tipo neurológico incompleto aparece como “2” depois do 2A; corresponde ao 2B cobrado pela prova. Isso não muda o conteúdo da categoria.
Leia “Zelle: a classificação que a prova cobra”, na Biblioteca. Separe presença de lesão vascular, integridade neurológica e completude da lesão do plexo.
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