Na artroscopia de cotovelo, o portal que proporciona o melhor ângulo de ataque para realização de desbridamento e microfraturas no capítulo é o
- soft spot.
- ulnar distal.
- anterolateral.
- anterolateral proximal.
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Conceito-chave
A osteocondrite dissecante do capítulo é uma lesão do osso logo abaixo da cartilagem no capítulo, a parte arredondada do úmero que se articula com a cabeça do rádio. Aparece em adolescentes que sobrecarregam o lado de fora do cotovelo, como ginastas e arremessadores. Quando a lesão está instável, o tratamento artroscópico consiste em retirar o fragmento solto, limpar a lesão (desbridamento) e fazer microfraturas: pequenos furos no osso exposto para que saia sangue e se forme um tecido de reparo.
Na artroscopia, os instrumentos entram por pequenos cortes chamados portais. Uns servem melhor para olhar, outros para trabalhar. Para fazer microfraturas, o instrumento precisa entrar perpendicular à superfície, como um prego entrando reto na madeira. Se entra de lado (tangencial), os furos ficam irregulares.
A lesão fica na frente e do lado de fora do capítulo, mas com o cotovelo dobrado ela fica acessível pelo compartimento posterolateral. O portal do soft spot (no centro do triângulo entre o epicôndilo lateral, a cabeça do rádio e a ponta do olécrano) é ótimo para ver a lesão, mas aborda o capítulo de lado. O portal ulnar distal, aberto um pouco mais abaixo e para trás, entra de baixo para cima e oferece o melhor ângulo de ataque, perpendicular à lesão. Na prática, olha-se por um e trabalha-se pelo outro.
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