No ombro congelado, é fator de risco o
- etilismo.
- tabagismo.
- sedentarismo.
- movimento repetitivo.
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Conceito-chave
O ombro congelado, ou capsulite adesiva, é uma doença em que a cápsula da articulação do ombro inflama, engrossa e retrai, limitando muito o movimento, tanto ativo quanto passivo. A pessoa não consegue mover o braço e o examinador também não consegue. Costuma evoluir em fases (dor, rigidez e descongelamento) ao longo de muitos meses.
Os fatores de risco se organizam em grupos. O mais importante é o metabólico: o diabetes é o principal, com frequência maior e mais casos nos dois ombros, e as doenças da tireoide (hipo e hipertireoidismo) também aumentam o risco. No diabetes, o excesso de glicose se liga ao colágeno e forma ligações que enrijecem os tecidos, o mesmo mecanismo que aproxima o diabetes da doença de Dupuytren e do dedo em gatilho.
Outro grupo é o da imobilização do ombro, por qualquer motivo: cirurgia no ombro ou na mama, trauma, AVC, doença de Parkinson, internação longa.
Entre os fatores gerais, de peso menor, aparece o tabagismo, que em estudos populacionais se associou ao ombro congelado, atribuído aos efeitos do cigarro sobre os pequenos vasos e sobre o colágeno.
Vale reforçar o que a capsulite não é: não é doença de esforço nem de movimento repetitivo. Isso a separa das tendinopatias do manguito.
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