A estrutura assinalada é o ligamento

- conoide.
- transverso.
- trapezoide.
- coracoacromial.
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Conceito-chave
Os ligamentos coracoclaviculares. Ligam o coracoide à face inferior da clavícula e são os principais estabilizadores verticais da articulação acromioclavicular. São dois: o conoide, medial e posterior, em forma de cone invertido, que se prende no tubérculo conoide; e o trapezoide, lateral e anterior, quadrilátero e achatado, que se prende na linha trapezoide. Ficam a cerca de 3 e 4,5 cm da extremidade lateral da clavícula, respectivamente para o trapezoide e o conoide, dado útil na reconstrução.
Quem segura o quê. Os ligamentos acromioclaviculares, sobretudo o superior e o posterior, controlam a estabilidade horizontal (anteroposterior). Os coracoclaviculares controlam a vertical; o conoide é o mais importante contra o deslocamento superior da clavícula. A integridade dessas estruturas é o que diferencia os tipos de Rockwood.
A classificação de Rockwood. Tipo I: entorse dos AC. Tipo II: ruptura dos AC, CC íntegros. Tipo III: ruptura de AC e CC, com deslocamento de 25 a 100%. Tipo IV: clavícula posterior, através do trapézio. Tipo V: deslocamento de 100 a 300%, com lesão da fáscia deltotrapezoidal. Tipo VI: clavícula abaixo do coracoide. Tipos I e II são tratados sem cirurgia; IV, V e VI, com cirurgia; o III é discutido caso a caso.
Os outros ligamentos. O coracoacromial vai do coracoide ao acrômio e forma o arco sobre o manguito; é transferido na técnica de Weaver-Dunn. O transverso superior da escápula fecha a incisura supraescapular.
Na prova: trapezoide é lateral e anterior, conoide é medial e posterior; os CC seguram a AC no plano vertical.
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