A estrutura assinalada é a artéria

- subescapular.
- do colo do úmero.
- profunda do braço.
- circunflexa posterior do úmero.
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Conceito-chave
A seta aponta um ramo que contorna a região proximal do úmero: a artéria circunflexa posterior do úmero, alternativa D. A ilustração mostra a árvore arterial e sua relação com o osso; não é uma medida de quanto cada vaso contribui para a perfusão.
A circunflexa posterior nasce da axilar e acompanha o nervo axilar pelo espaço quadrangular, dando ramos que entram pela face posteromedial da metáfise. O resumo destaca que ela é maior que a anterior e permaneceu preservada com frequência nas arteriografias de fraturas complexas, ajudando a explicar por que a cabeça pode manter irrigação apesar de lesão anterior (Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “De onde vem o sangue”).
A circunflexa anterior tem outro percurso: corre na frente do colo cirúrgico e dá o ramo ascendente no sulco bicipital, que chega ao osso como artéria arqueada. Por isso, “vaso perto do colo” é uma descrição insuficiente: é preciso diferenciar os ramos e o sentido em que contornam o úmero.
A preservação dessas conexões é relevante na cirurgia. O resumo recomenda evitar dissecção ao redor e por trás da cabeça longa do bíceps, onde passa o ramo ascendente anterior; do lado posteromedial, calcar e dobradiça ajudam a estimar a preservação das conexões vasculares.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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