Na luxação posterolateral simples do cotovelo, após a redução, a posição do membro que confere maior estabilidade à articulação é em
- flexão e pronação.
- flexão e supinação.
- extensão e pronação.
- extensão e supinação.
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Conceito-chave
Depois de reduzir, é necessário descobrir em que posição a articulação permanece estável. O cotovelo deve percorrer flexão e extensão em pronação, neutro e supinação. Na luxação posterolateral simples, a deficiência lateral costuma predominar; por isso, flexão com pronação é o par protetor descrito para a pergunta.
A pronação tende a tensionar estruturas que compensam parcialmente o lateral e fecha esse lado. A supinação reproduz o componente rotatório da instabilidade posterolateral. A flexão ajuda a manter uma posição protegida, enquanto a extensão progressiva pode revelar a instabilidade residual. O teste deve confirmar isso no indivíduo, em vez de presumir estabilidade por ter escolhido uma posição tradicional de tala.
O resumo recomenda considerar cirurgia se o cotovelo reluxa ainda com mais de 30 graus de flexão. Laxidão em varo ou valgo isolada após o trauma não equivale automaticamente a essa perda de congruência. O objetivo do exame é identificar um arco seguro e uma articulação que permaneça concêntrica.
A tala costuma ser a 90 graus e na rotação que mais estabiliza, seguida de reavaliação em até uma semana e movimento ativo protegido. Prolongar a imobilização por segurança presumida aumenta o risco de rigidez. Em outros padrões, como medial lesado com lateral competente, a rotação de proteção pode ser diferente.
Na Biblioteca, leia “Tratamento sem cirurgia: reduzir, testar e mexer cedo”. O trecho mostra que a posição protetora responde ao tipo de lesão e ao teste dinâmico, e não substitui a confirmação da redução.
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