A instabilidade crônica do cotovelo mais comum é a
- anteromedial
- anterolateral
- posteromedial
- posterolateral
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Conceito-chave
A instabilidade rotatória posterolateral é a forma crônica mais comum do cotovelo. Ela surge quando o complexo lateral não recupera sua função, particularmente o componente ulnar lateral. Rádio e ulna giram juntos em supinação sobre o úmero, enquanto a cabeça radial subluxa para trás do capítulo. O nome descreve essa relação de movimento, não uma fratura obrigatória.
O capítulo a apresenta como possível consequência da cicatrização deficiente depois de uma luxação e de lesões da cabeça do rádio. É importante separar a luxação aguda já reduzida de uma instabilidade crônica estabelecida: uma radiografia precoce com discreto afastamento não recebe automaticamente o mesmo tratamento da deficiência ligamentar persistente.
A pronação tende a proteger o lateral; supinação, valgo e carga axial reproduzem o padrão provocativo nas questões. Na instabilidade crônica, a reconstrução lateral com enxerto tendíneo é preferida no resumo e funciona melhor com apoio da cabeça radial nativa ou protética.
A posteromedial em varo é outra lesão: associa-se à faceta anteromedial do coronoide, varo e pronação. Não se deve escolher entre os nomes apenas porque ambos têm “posterior”. O padrão ósseo e a direção da força ajudam a distinguir as duas histórias.
Leia “Instabilidade rotatória posterolateral crônica” na Biblioteca e compare com a abertura da seção posteromedial. Essa comparação diferencia a forma crônica mais frequente da lesão anteromedial discreta que também pode provocar instabilidade.
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