A lesão aguda traumática do músculo peitoral maior é mais comum em
- homens entre 20 e 40 anos.
- homens entre 50 e 65 anos.
- mulheres entre 20 e 40 anos.
- mulheres entre 50 e 65 anos.
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Conceito-chave
O peitoral maior é o grande músculo da frente do tórax. Ele nasce na clavícula, no esterno e nas costelas e se insere no úmero, logo abaixo do ombro, por um tendão largo e achatado. Sua função é levar o braço para junto do corpo (adução) e rodá-lo para dentro (rotação interna).
A ruptura aguda desse músculo tem um perfil muito típico: homens entre 20 e 40 anos que fazem musculação. O exercício clássico é o supino, na hora em que a barra desce e o músculo está sendo alongado enquanto faz força, a chamada contração excêntrica. Nesse momento o braço fica aberto e rodado para fora, e as fibras de baixo do músculo, já esticadas ao máximo, rompem. O uso de anabolizantes é um fator de risco conhecido. Em mulheres, a lesão é muito rara.
O paciente sente um estalo, dor, aparece um grande hematoma no braço e na parede do tórax, e há fraqueza para aproximar e rodar o braço para dentro. Ao exame, a prega axilar anterior (a borda de músculo que se vê na frente da axila) some ou fica afinada, e o ventre muscular retraído forma um volume mais perto do esterno.
A ruptura costuma ser no tendão, perto da inserção no úmero, ou na transição entre músculo e tendão. Nas rupturas completas em pessoas ativas, o reparo cirúrgico precoce devolve mais força do que o tratamento sem cirurgia.
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