Na incidência radiográfica em perfil da escápula, a posição da cabeça do úmero em relação ao centro do Y é
- anterior.
- posterior.
- inferior.
- central.
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Conceito-chave
No perfil da escápula, a cabeça umeral normal fica centrada no Y, na projeção da glenoide. O Y é a referência escapular; a pergunta não pede para onde a cabeça pode luxar, mas onde ela deve estar quando a articulação está alinhada.
A avaliação do trauma precisa responder a duas perguntas diferentes: como o osso quebrou e se a cabeça continua articulada com a glenoide. Uma radiografia isolada pode mostrar a fratura e esconder a luxação. A série do capítulo inclui AP do ombro, AP verdadeira da escápula ou Grashey, perfil em Y e axilar; a legenda independente da figura 36-3 explicita a cabeça centrada na glenoide (Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Radiografias e tomografia”).
As projeções se complementam. O Grashey abre o espaço glenoumeral, o perfil fornece uma direção perpendicular e a axilar é destacada para verificar a relação cabeça–glenoide e os tubérculos. Se a dor impede a posição axilar usual, o capítulo apresenta as adaptações de Velpeau e Codman, sem exigir que o paciente force a abdução dolorosa.
O perfil em Y também serve para angulação e translação de fraturas da escápula, mas essas medidas da borda lateral são outro problema. Uma cabeça que parece desviada deve motivar confirmação da congruência em mais de um plano; não se deve aceitar “anterior” ou “posterior” como posição normal só porque um desses deslocamentos é conhecido nas luxações.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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