A capsulite adesiva do ombro tem maior incidência em
- homens com mais de 50 anos.
- mulheres com mais de 50 anos.
- homens com menos de 50 anos.
- mulheres com menos de 50 anos.
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Conceito-chave
O perfil da paciente. A capsulite adesiva é mais comum em mulheres, que respondem pela maioria dos casos, e na faixa dos 40 aos 60 anos, com pico por volta dos 50. Por isso, entre as combinações oferecidas, a de maior incidência é mulher com mais de 50 anos. Antes dos 40 a doença é incomum, e quando aparece em jovem vale procurar outra causa de rigidez.
Os grupos de risco. Na população geral a prevalência fica em torno de 2 a 5%. Ela sobe muito no diabetes, chegando a cerca de 1 em cada 5 diabéticos, com as maiores taxas e o pior prognóstico no tipo 1. Outras associações: disfunção tireoidiana (hipo e hipertireoidismo), doença de Dupuytren, doença de Parkinson, dislipidemia e imobilização ou cirurgia recente do ombro, da mama ou do tórax.
A clínica e o exame. Dor de início insidioso, pior à noite, e perda progressiva de movimento. O achado que define a capsulite é a perda do movimento passivo, sobretudo da rotação externa, que a distingue da rotura do manguito, na qual o passivo costuma estar preservado. A radiografia é normal, o que ajuda a afastar artrose e luxação posterior inveterada.
Evolução e o que dizer à paciente. A doença passa pelas fases dolorosa, rígida e de descongelamento, em um a três anos na maioria, mas parte dos pacientes fica com alguma limitação. O ombro contralateral adoece em uma parcela dos casos nos anos seguintes, e a recidiva no mesmo ombro é rara.
Na prova: capsulite adesiva: mulheres, 40 a 60 anos (com mais de 50 na questão), com diabetes e tireoidopatia como principais associações.
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