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Questão de Lesões dos tendões flexores (OrtoQuestões Simulados)

Mão e punhoLesões dos tendões flexoresOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Sobre a técnica de reparo dos tendões flexores, segundo o Green, é correto:

  1. a sutura epitendínea substitui a sutura central
  2. na laceração de menos de 50% da área do tendão, a sutura central com circunferencial é obrigatória
  3. a sutura epitendínea (circunferencial) aumenta a resistência do reparo, mas é complemento da sutura central; lacerações de mais de 50% se reparam com sutura central e circunferencial, e as de menos de 50% se reparam ou desbridam; na zona 1, com mais de 1 cm de coto distal, faz-se tenorrafia, e com menos, avanço e reinserção no osso
  4. na zona 1, o avanço do profundo é sempre preferível, mesmo com coto distal longo
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Gabarito: C · a sutura epitendínea (circunferencial) aumenta a resistência do reparo, mas é complemento da sutura central; lacerações de mais de 50% se reparam com sutura central e circunferencial, e as de menos de 50% se reparam ou desbridam; na zona 1, com mais de 1 cm de coto distal, faz-se tenorrafia, e com menos, avanço e reinserção no osso

Conceito-chave

O reparo do flexor tem duas metas que brigam entre si: ser forte o bastante para aguentar o movimento precoce e fino o bastante para deslizar na bainha. A técnica é o acordo entre as duas.

As suturas, no Green (cap. 6):

  • Sutura central (núcleo): dá a resistência principal.
  • Sutura epitendínea (circunferencial): proposta para alisar o reparo, aumenta a resistência do local do reparo, mas continua sendo complemento da central. Às vezes, fazê-la primeiro na face dorsal ajuda a orientar o tendão e a tensionar a central.
  • Volume: sutura demais aumenta o volume, o trabalho de flexão e o atrito; nós externos longe do reparo podem prender na bainha.
  • Gap: a formação precoce de lacunas no reparo prejudica a cicatrização e o ganho de força.

As lacerações parciais. Com mais de 50% da área transversal lacerada, o autor repara com sutura central e circunferencial. Com menos de 50%, o tendão é reparado ou desbridado para evitar aprisionamento e gatilho.

A zona 1. Se o coto distal do profundo tem menos de 1 cm, indica-se avanço do tendão e reinserção no osso. Se há mais de 1 cm, faz-se a tenorrafia primária, para não encurtar o tendão à toa e criar um efeito quadriga nos outros profundos.

Por que esta questão foi criada. É uma gêmea das questões sobre a sutura epitendínea e a conduta na zona 1.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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