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Questão de Lesões dos tendões flexores (OrtoQuestões Simulados)

Mão e punhoLesões dos tendões flexoresOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Sobre a anatomia aplicada dos tendões flexores dentro da bainha digital, segundo o Green, é correto:

  1. as polias cruciformes são as mais rígidas e as que mais importam contra a corda de arco
  2. a nutrição na zona 2 é dupla, por perfusão vascular e difusão sinovial; a face palmar dos tendões nas zonas 1 e 2 é relativamente avascular, e o sangue chega pelos vínculos curtos, junto às inserções, e longos (o do superficial nasce do assoalho da bainha na falange proximal; o do profundo, do superficial na interfalângica proximal); as polias A2 e A4 são o mínimo a preservar
  3. o vínculo longo do profundo nasce da falange média
  4. a face dorsal dos tendões flexores é a menos irrigada
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Gabarito: B · a nutrição na zona 2 é dupla, por perfusão vascular e difusão sinovial; a face palmar dos tendões nas zonas 1 e 2 é relativamente avascular, e o sangue chega pelos vínculos curtos, junto às inserções, e longos (o do superficial nasce do assoalho da bainha na falange proximal; o do profundo, do superficial na interfalângica proximal); as polias A2 e A4 são o mínimo a preservar

Conceito-chave

Dentro da bainha digital, o tendão flexor vive de duas fontes e corre sob um sistema de roldanas. Entender essas duas coisas explica a cicatrização, as aderências e a corda de arco.

A nutrição, no Green (cap. 6). Na zona 2, a nutrição é dupla: perfusão vascular e difusão sinovial. O corte transversal mostra a avascularidade relativa da face palmar dos tendões nas zonas 1 e 2, em contraste com a irrigação mais rica da face dorsal, que se liga aos vínculos.

Os vínculos. O suprimento segmentar chega por vínculos curtos e longos:

  • Vínculo curto do superficial e vínculo curto do profundo: pequenos mesentérios triangulares perto das inserções dos dois tendões.
  • Vínculo longo do superficial: nasce do assoalho da bainha na falange proximal.
  • Vínculo longo do profundo: nasce do superficial, no nível da interfalângica proximal.

As polias. As anulares são mais grossas e rígidas e mantêm o tendão contra o osso; as cruciformes, mais finas e flexíveis, permitem que a bainha dobre. O Green insiste em preservar as polias A2 e A4, requisito mínimo em qualquer reconstrução; o reparo é feito por "janelas" entre elas.

Por que isso importa. Os vínculos explicam a classificação de LEDDY e PACKER (quanto o coto retrai, quanto sangue perdeu); a difusão sinovial explica por que a bainha íntegra e o deslizamento ajudam a cicatrização; as polias A2 e A4 explicam a corda de arco quando se perdem.

Por que esta questão foi criada. É uma gêmea das questões sobre vínculos, polias e nutrição dos flexores.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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