Na doença de DUPUYTREN, o que distingue o miofibroblasto do que acontece na cicatrização normal de uma ferida?
- Ele persiste, em vez de desaparecer quando cessam o estímulo mecânico e as citocinas
- Ele supera os fibroblastos em número dentro dos nódulos
- Ele só aparece na fase residual de LUCK
- Ele desaparece logo, como na cicatrização
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Conceito-chave
O cordão de DUPUYTREN é, no fundo, uma cicatriz que não sabe parar. O miofibroblasto, célula capaz de contrair e de depositar colágeno, é o personagem central dessa história.
A diferença em relação à cicatrização. A persistência de miofibroblastos é característica da doença de DUPUYTREN. Na cicatrização de feridas, a presença deles é temporária e termina rápido quando cessam o estímulo mecânico e as citocinas (Green, cap. 4, p. 151).
Quem povoa o nódulo. Fibroblastos são o tipo celular dominante; fibroblastos e miofibroblastos estão numa proporção de 3:1. A deposição de colágeno pelos miofibroblastos e a remodelação da matriz criam e encurtam os cordões (Green, cap. 4, p. 151).
Os estágios de LUCK. Proliferativo: histologia mitótica, fibroblastos e miofibroblastos orientados ao acaso, fibrilas de colágeno esparsas e desorganizadas; corresponde aos nódulos. Involutivo: menos celular, sem mitoses, com alguma orientação paralela; cordões nodulares. Residual: quase acelular, com células achatadas em feixes densos e paralelos de colágeno; cordões sem nódulo (Green, cap. 4, p. 154).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 52 do SIMÃO 2021, que cobrou afirmações sobre a classificação de LUCK (resposta esperada: a célula-chave é o miofibroblasto). O acervo já cobra as fases de LUCK; aqui o foco é o comportamento do miofibroblasto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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