Segundo a regra geral citada no Green para retalhos cutâneos de padrão aleatório, qual relação entre comprimento e largura da base é considerada confiável?
- 3:1
- 2:1
- 1:1
- 1,5:1
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Conceito-chave
Um retalho de padrão aleatório não tem um vaso nomeado: vive do plexo subdérmico que entra pela base. Por isso, o comprimento que ele aguenta depende da largura dessa base.
A regra. Como regra geral, um retalho aleatório com comprimento não superior à largura do pedículo é considerado confiável quanto à irrigação: é a regra um para um (1:1). O Green avisa que ela nem sempre se aplica: é cautelosa demais para a face (e em geral para a mão) e ousada demais para o pé, porque a qualidade do plexo subdérmico muda de lugar para lugar (Green, cap. 44, p. 1712).
Como esticar a regra. Um procedimento de retardo pode aumentar a irrigação e permitir girar um retalho maior que 1:1: as margens são incisadas e suturadas de volta, sem descolar o retalho (Green, cap. 44, p. 1712).
E o retalho axial? Com um vaso axial, a relação 1:1 pode ser desconsiderada: o retalho tem irrigação melhor, resiste mais à infecção, pode ser mais longo e ter pedículo mais estreito. Um retalho axial seguro equivale ao seu território vascular com uma extensão aleatória de 1:1 na ponta (Green, cap. 44, p. 1712).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 84 do SIMÃO 2021, que perguntou a relação de segurança entre comprimento e largura no retalho aleatório. Outros livros citam proporções maiores; aqui vale a regra do Green.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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