Por que a avulsão do flexor profundo do tipo I de LEDDY e PACKER, sem fragmento ósseo, deve ser reparada com urgência?
- Porque o tendão retrai até a palma e perde a irrigação dos vínculos
- Porque um fragmento ósseo grande fica preso na polia A4
- Porque o coto fica na altura da interfalângica proximal com o vínculo longo intacto
- Porque o tendão se solta do fragmento da fratura, que fica na falange
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Conceito-chave
Na avulsão do flexor profundo, a pressa depende de duas coisas: até onde o tendão fugiu e se ainda recebe sangue pelos vínculos.
A classificação de LEDDY e PACKER (Green, cap. 6, p. 216, Fig. 6.7):
- Tipo I: o tendão se solta da inserção e retrai até a palma; a irrigação pelos vínculos foi interrompida. É melhor tratado por reparo cirúrgico urgente.
- Tipo II: o coto retrai até o nível da interfalângica proximal, com o vínculo longo ainda intacto e parte da irrigação preservada; em alguns casos, o reparo primário pode ser feito até 6 semanas depois.
- Tipo III: um fragmento ósseo grande preso ao coto o segura na borda distal da polia A4; o tratamento exige fixar a fratura com fio de Kirschner ou miniparafuso.
- Tipo IV: identificado depois da descrição original, é a fratura com avulsão do tendão do próprio fragmento.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 85 do SIMÃO 2021, que perguntou o tipo de LEDDY e PACKER quando o coto está na palma sem avulsão óssea (resposta esperada: tipo I). Como o acervo já tem essa pergunta direta, aqui o foco é o motivo da urgência.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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