Sobre a lesão de MONTEGGIA no adulto, qual afirmação está de acordo com o Green?
- A forma anterior (BADO I) é a mais frequente no adulto
- O ponto-chave do tratamento é restaurar de forma estável o alinhamento da ulna com placa e parafusos
- A lesão descrita por MONTEGGIA é uma fratura do olécrano com luxação ulnoumeral
- Na lesão descrita por MONTEGGIA, a cabeça do rádio desvia para posteromedial
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Conceito-chave
MONTEGGIA descreveu uma fratura-luxação do antebraço: uma fratura que parece só da ulna, mas que leva junto a articulação radioulnar proximal.
A lesão original. É a fratura da diáfise da ulna com luxação da radioulnar proximal; a angulação da fratura e o desvio da cabeça do rádio são anterolaterais. O elemento-chave do tratamento é restaurar de forma estável o alinhamento da ulna com placa e parafusos, o que quase sempre devolve o alinhamento e a função da radioulnar proximal (Green, cap. 20, p. 938).
Anterior versus posterior no adulto. A forma anterior (BADO I) é incomum em adultos; a subluxação persistente da radioulnar proximal e da radiocapitelar quase sempre indica mau alinhamento da ulna (Green, cap. 20, p. 945, Fig. 20.12). Já as fraturas de MONTEGGIA posteriores são comuns em idosos com osteoporose, e uma placa medial ou lateral, sem contorno ao redor da ulna proximal, pode fixar mal o segmento metafisário proximal (Green, cap. 20, p. 946.e4).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 79 do SIMÃO 2021, que cobrou a classificação de BADO (resposta esperada: tipo I com desvio anterior da cabeça do rádio). Como o acervo já tem várias questões de MONTEGGIA, aqui o ângulo é o princípio de tratamento e a frequência no adulto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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