Na classificação de DUBBERLEY das fraturas do capítulo do úmero, o que caracteriza o tipo II?
- Traço que pega sobretudo o capítulo, podendo incluir a crista lateral da tróclea
- Fratura do capítulo associada a fratura da tróclea em dois fragmentos
- Capítulo e tróclea fraturados juntos, como uma peça única
- Capítulo e tróclea fraturados como fragmentos separados
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Conceito-chave
As fraturas do capítulo são, no fundo, lesões de cisalhamento no plano coronal, e o tamanho do fragmento muda tudo no planejamento. DUBBERLEY e colaboradores propuseram uma classificação justamente para ajudar no planejamento pré-operatório (Green, cap. 18, p. 866).
Os três tipos (Green, cap. 18, p. 867, Fig. 18.12):
- Tipo I: envolve principalmente o capítulo, com ou sem a crista troclear lateral.
- Tipo II: capítulo e tróclea como uma peça única.
- Tipo III: capítulo e tróclea como fragmentos separados.
O detalhe que completa a classificação. Em cada tipo, anota-se a presença ou ausência de cominuição condilar posterior. A necessidade de visualização e exposição medial cresce com o tipo, e a de enxerto ósseo e placa cresce com a cominuição posterior (Green, cap. 18, p. 867).
Na radiografia. O sinal do arco duplo, na incidência de perfil, representa o osso subcondral do capítulo e a crista troclear lateral (Green, cap. 18, p. 866).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 74 do SIMÃO 2021, que perguntou o que representa o tipo 2 de DUBBERLEY.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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