Na paralisia do nervo ulnar, o paciente não consegue aduzir o dedo mínimo estendido até encostar no anelar (sinal de WARTENBERG). Qual é a explicação?
- O extensor comum dos dedos fica paralisado e o mínimo cai em adução
- O primeiro interósseo dorsal deixa de afastar o mínimo do anelar
- O extensor próprio do mínimo abduz o dedo sem a oposição do terceiro interósseo palmar
- O flexor profundo do mínimo puxa o dedo para o lado radial
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Conceito-chave
Os sinais da paralisia ulnar contam, cada um, a história de um músculo que parou e de outro que ficou sem freio. O de WARTENBERG é um bom exemplo.
O sinal. É a incapacidade de aduzir o dedo mínimo estendido para tocar o anelar estendido. Acontece porque o extensor próprio do mínimo abduz o dedo, mesmo com os hipotenares paralisados, sem a oposição do terceiro interósseo palmar, que também está paralisado (Green, cap. 31, p. 1210).
Os vizinhos do exame. A garra com hiperextensão da metacarpofalângica e flexão das interfalângicas é o sinal de DUCHENNE. O de PITRES-TESTUT pede para mover o dedo médio de um lado para o outro com a mão espalmada, testando o segundo e o terceiro interósseos dorsais. O de FROMENT mostra a flexão da interfalângica do polegar ao pinçar um papel, porque o adutor e o primeiro interósseo dorsal estão paralisados e o flexor longo do polegar faz a substituição (Green, cap. 31, p. 1210).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 62 do SIMÃO 2021, que perguntou o que o sinal de WARTENBERG mostra (resposta esperada: incapacidade de aduzir o quinto dedo sobre o quarto, estendidos). Aqui o foco é o mecanismo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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