Qual destas situações o Green classifica como contraindicação relativa ao reimplante?
- Amputação do polegar em qualquer nível
- Amputação de um dedo numa criança
- Amputação no nível do punho
- Amputação segmentar em vários níveis
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Conceito-chave
Reimplante é decisão de risco e benefício: há casos em que vale quase sempre tentar, outros em que o esforço raramente devolve função. O Green insiste que poucas regras são absolutas.
As indicações mais convincentes. Amputação do polegar em qualquer nível, amputação de vários dedos, qualquer amputação em criança e amputações no punho, antebraço e cotovelo (Green, cap. 42, p. 1653).
Contraindicações. A contraindicação citada é a instabilidade clínica que tornaria arriscada uma cirurgia longa. São relativas: amputação de um único dedo através da zona 2 da bainha flexora, amputações segmentares em vários níveis e amputações por avulsão do anelar. São relativas porque a cirurgia é difícil e o bom resultado funcional é difícil de alcançar, embora séries publicadas mostrem resultados surpreendentemente bons e questionem essa classificação (Green, cap. 42, p. 1653).
O dedo distal ao flexor superficial. Um único dedo amputado distal à inserção do flexor superficial é indicação relativa: a perda funcional é pequena, mas o reimplante é rápido e os resultados funcionais são bons (Green, cap. 42, p. 1653).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 60 do SIMÃO 2021, que pediu uma indicação de reimplante entre amputação em vários níveis, amputação distal ao flexor superficial, tabagistas e esmagamento (resposta esperada: distal ao flexor superficial). O acervo já cobre essa indicação; aqui o ângulo é o lado das contraindicações relativas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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