No dedo em martelo crônico tratado com a tenotomia da bandeleta central de FOWLER, por que não se cria uma deformidade em botoeira?
- Porque o ligamento retinacular oblíquo é preservado
- Porque o ligamento triangular não é lesado
- Porque o ligamento retinacular transverso é reforçado
- Porque o ligamento de CLELAND segura as bandas laterais
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Conceito-chave
No dedo em martelo crônico, o tendão terminal cicatrizou um pouco longo e não estende mais a distal. FOWLER teve uma ideia contraintuitiva: soltar a bandeleta central na interfalângica proximal para que todo o mecanismo deslize para proximal e tire a folga do tendão terminal.
O princípio. A tenotomia da bandeleta central de FOWLER se aplica a um tendão terminal maduro, cicatrizado com leve alongamento, geralmente 6 a 12 meses após a lesão. O procedimento permite que o mecanismo extensor deslize para proximal na interfalângica proximal, eliminando a "folga" do tendão terminal (Green, cap. 5, p. 196).
Por que não vira botoeira. Uma deformidade em botoeira não é criada porque o ligamento triangular não é lesado, desde que a bandeleta central seja liberada por baixo do ligamento retinacular transverso (Green, cap. 5, p. 196, Fig. 5.19). O triangular mantém as bandas laterais no dorso da falange média e impede sua queda para palmar, que é o que faz a botoeira.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 13 do SIMÃO 2021, que perguntou qual ligamento íntegro impede a botoeira após a tenotomia de FOWLER.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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