Na artroplastia da placa volar para a fratura-luxação dorsal antiga da interfalângica proximal, o que se faz para ganhar comprimento e conseguir avançar a placa?
- Liberar parcialmente os ligamentos de contenção proximais (checkrein)
- Excisar completamente os dois ligamentos colaterais
- Manter intacto o intervalo entre a placa volar e os colaterais
- Fixar a placa volar no periósteo dorsal da falange proximal
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Conceito-chave
Quando a base palmar da falange média se fragmenta numa fratura-luxação dorsal, a articulação perde o "batente" que a impede de escorregar. A artroplastia da placa volar usa a própria placa para refazer esse batente e cobrir o defeito.
A técnica. Fragmentos soltos e o segmento preso à placa volar são excisados (e guardados como possível enxerto); o defeito na borda palmar da falange média é moldado como um sulco transversal. Fragmentos muito impactados podem ser deixados para apoiar a placa. O intervalo entre a placa volar e os dois colaterais é incisado, e a placa fibrocartilaginosa é mobilizada para avançar de 4 a 6 mm para distal, para dentro do defeito na base da falange média (Green, cap. 8, p. 336).
Ganhar comprimento. Quanto mais recente a lesão, mais facilmente a placa avança. Em casos tardios, geralmente é necessário liberar parcialmente os ligamentos de contenção (as "rédeas") proximais para ganhar comprimento (Green, cap. 8, p. 336, Fig. 8.17). A placa é puxada para dentro do defeito por um fio ou sutura que passa pelas margens radial e ulnar e sai por orifícios na falange média, até o dorso.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 1 do SIMÃO 2021, que cobrou uma característica importante da artroplastia da placa volar (avanço da placa com liberação da sua origem proximal). Esta versão pergunta diretamente pelo passo descrito no Green.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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