Sobre a deformidade em botoeira traumática, qual afirmação está de acordo com o Green?
- O ligamento triangular não participa da deformidade
- As bandas laterais migram para dorsal
- Com a bandeleta central rompida e não tratada, a deformidade se instala em 2 a 3 semanas
- Na reconstrução em etapas de CURTIS, cortar o retinacular transverso é o passo inicial
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Conceito-chave
Um jogador de basquete leva uma bolada na ponta do dedo, que incha na interfalângica proximal. No começo, ele ainda estica o dedo. Semanas depois, o dedo está dobrado na proximal e esticado demais na distal: a botoeira se formou.
Como se forma. Dentro de 2 a 3 semanas após a ruptura não tratada da bandeleta central, aparecem a flexão da interfalângica proximal e a hiperextensão da distal, à medida que o ligamento triangular se alonga e as bandas laterais migram para palmar. A partir daí, todos os tendões que cruzam a proximal passam a fleti-la: os dois flexores e as duas bandas laterais (Green, cap. 5, p. 199, Fig. 5.22). O teste de ELSON deve ser usado para diagnosticar a ruptura da bandeleta central em lesões suspeitas.
O papel do ligamento triangular. Sua função é impedir a subluxação palmar das bandas laterais na flexão; sua incompetência é justamente o que permite a botoeira (Green, cap. 5, p. 184).
A reconstrução de CURTIS. No estágio I, os ligamentos retinaculares transversos são liberados e faz-se tenólise; a secção desses ligamentos é o estágio II; depois vêm a tenotomia de FOWLER (estágio III) e o avanço da bandeleta central (estágio IV) (Green, cap. 5, p. 202).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 98 do SIMÃO 2021, que cobrou afirmações sobre a botoeira traumática.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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