Na oponentoplastia descrita por PHALEN e MILLER, que tendão é usado como motor e precisa ou não de enxerto livre?
- Extensor ulnar do carpo, com enxerto de tendão livre
- Extensor ulnar do carpo, sem enxerto de tendão livre
- Extensor radial curto do carpo, com enxerto de tendão livre
- Extensor radial curto do carpo, sem enxerto de tendão livre
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Conceito-chave
Uma oponentoplastia precisa de duas coisas: um motor com força e excursão suficientes e um caminho que leve a força do lado ulnar do punho até o polegar. O problema é que poucos motores alcançam o polegar sozinhos.
A técnica de PHALEN e MILLER. Usa o extensor ulnar do carpo como motor e evita a necessidade de enxerto de tendão aproveitando o extensor curto do polegar como prolongamento: o extensor curto é seccionado na junção musculotendínea, logo proximal ao primeiro compartimento, e retirado por uma incisão sobre a metacarpofalângica do polegar, preservando sua inserção na falange proximal; uma incisão em L na borda ulnar do punho completa a transferência (Green, cap. 31, p. 1200).
Quando pensar nela. As oponentoplastias com o extensor ulnar do carpo ficam reservadas para casos complexos, quando os motores mais comuns (flexor superficial, extensor do indicador, abdutor do mínimo, palmar longo) não estão disponíveis (Green, cap. 31).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 20 do SIMÃO 2021, que perguntou qual tendão a oponentoplastia de PHALEN e MILLER utiliza.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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