Sobre as lesões do nervo radial, qual afirmação está de acordo com o Green?
- O extensor radial longo do carpo costuma ser inervado pelo interósseo posterior
- Na paralisia do radial, a deficiência mais marcante é a extensão das interfalângicas
- A maioria das lesões ocorre distal aos ramos para o tríceps
- O braquiorradial é o último músculo a recuperar
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Conceito-chave
O radial se enrola em volta do úmero e é muito lesado nas fraturas da diáfise. Saber onde ele costuma ser lesado em relação aos seus ramos explica o quadro clínico e o que precisa ser reconstruído.
Onde a lesão costuma estar. A maioria das lesões do nervo radial ocorre distal aos ramos para o tríceps, no braço; e, mesmo quando o tríceps falha nas lesões altas, a gravidade costuma estender o cotovelo passivamente, a menos que o braço esteja acima do ombro. Por isso, as transferências para o tríceps não fazem parte do capítulo (Green, cap. 31, p. 1226).
A ordem dos ramos. Do radial propriamente dito saem o braquiorradial, o extensor radial longo do carpo e o supinador; do interósseo posterior, o extensor radial curto (que pode vir antes da divisão), os extensores dos dedos, o extensor ulnar do carpo e, por último, os do polegar e o extensor do indicador (Green, cap. 31, Quadro 31.1). O braquiorradial é o primeiro a voltar; o extensor do indicador, o último.
O que falta na paralisia. Extensão do punho, dos dedos na metacarpofalângica e do polegar; as interfalângicas ainda estendem pela ação dos intrínsecos, inervados pelo ulnar e pelo mediano.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 27 do SIMÃO 2021, que cobrou afirmações sobre as lesões do nervo radial.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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