Sobre a anatomia e a epidemiologia da tendinopatia de DE QUERVAIN, qual afirmação está correta?
- A bainha do primeiro compartimento fica cerca de duas vezes mais espessa nos pacientes
- O padrão mais comum é uma tira do abdutor longo e duas do extensor curto do polegar
- Um septo entre o abdutor longo e o extensor curto aparece em cerca de 40% dos punhos de cadáver
- A doença psiquiátrica não tem nenhuma associação com o tratamento da doença
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Conceito-chave
O primeiro compartimento extensor é um túnel curto e apertado sobre o estiloide radial. O que acontece dentro dele, quantas tiras de tendão e se há uma parede no meio, explica por que alguns pacientes não melhoram com a infiltração.
A anatomia (Green, cap. 56, p. 2109). A bainha retinacular tem em média 21,2 mm de comprimento e, nos pacientes com a tenossinovite, fica quase três vezes mais espessa ao ultrassom. O padrão mais comum é de duas tiras do abdutor longo e uma do extensor curto. Um septo entre o abdutor longo e o extensor curto foi visto em 40% dos punhos de cadáver, e os septos são ainda mais frequentes nos pacientes operados.
Quem tem. Os fatores de risco incluem sexo feminino e idade mais avançada; atividades repetidas de flexão do punho e torção aumentam o risco, e a doença aparece na gravidez e no pós-parto. Num estudo de 200 pacientes, o histórico de doença psiquiátrica e o tipo de seguro se correlacionaram com o tratamento cirúrgico (Green, cap. 56, p. 2109).
Por que importa. Na cirurgia, se houver um septo entre os compartimentos, ele deve ser aberto para garantir a liberação completa (Green, cap. 56).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 83 do SIMÃO 2022, que cobrou afirmações sobre a tendinopatia de DE QUERVAIN.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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