Sobre as transferências nervosas para a paralisia do radial, qual afirmação está de acordo com o Green?
- Dão resultado melhor e mais rápido que as transferências de tendão
- Só podem ser feitas até 6 meses após a lesão
- Dispensam qualquer período de órtese
- Transfere-se o ramo do flexor superficial para o nervo do extensor radial curto e o ramo do flexor radial do carpo (ou palmar longo) para o interósseo posterior
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Conceito-chave
Em vez de mudar tendões de lugar, a transferência nervosa leva um ramo motor sadio do mediano até um ramo paralisado do radial, perto do músculo. O músculo original volta a funcionar com seu próprio tendão, mas é preciso esperar a reinervação.
A técnica. Por uma única incisão volar-radial no antebraço proximal, expõem-se o mediano e seus ramos para o flexor superficial e para o flexor radial do carpo e palmar longo, o radial com seu ramo para o extensor radial curto e o interósseo posterior. O ramo do flexor superficial é transferido para o nervo do extensor radial curto, e o ramo do flexor radial do carpo e do palmar longo, para o interósseo posterior (Green, cap. 31, p. 1238).
Prós e contras. Evita múltiplas cicatrizes e a necessidade de moldar transferências musculotendíneas, mas a recuperação da função é prolongada em comparação com a transferência de tendão: o músculo receptor leva cerca de 10 meses para funcionar após a reinervação (Green, cap. 31, p. 1238). Nesse período, a órtese continua necessária.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 79 do SIMÃO 2022, que cobrou afirmações sobre as transferências nervosas para lesão do radial.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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