Quanta angulação o Green aceita nas fraturas diafisárias do segundo e do terceiro metacarpos?
- Nenhuma: qualquer angulação merece redução
- Até 15 graus
- Até 20 graus
- Até 30 graus
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Conceito-chave
A diáfise do metacarpo quebrada angula com o ápice dorsal, puxada pelos interósseos. No lado ulnar da mão, a carpometacarpal móvel disfarça boa parte disso. No lado radial, não.
Os limites. A angulação acima de 30 graus no dedo mínimo e de 20 graus no anelar, e qualquer angulação nos dedos médio e indicador, merecem redução (Green, cap. 7, p. 268). Mesmo quando bem tolerada funcionalmente, a saliência dorsal residual pode ser esteticamente inaceitável para alguns pacientes.
Por que o lado radial não perdoa. O segundo e o terceiro metacarpos são praticamente fixos na carpometacarpal; não há movimento para compensar a cabeça que afunda na palma. Por isso o mesmo raciocínio vale para o colo: no indicador e no médio, angulações acima de 10 a 15 graus não são aceitas (Green, cap. 7, p. 263).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 78 do SIMÃO 2022, que perguntou quanta angulação toleram as fraturas diafisárias do segundo e do terceiro metacarpos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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