Quando se usa fixador externo numa fratura de metacarpo, qual afirmação está de acordo com o Green?
- Só pode ser usada como fixação temporária
- Pode estabilizar uma pseudartrose infectada quando é preciso retirar osso
- É contraindicada quando a reconstrução anatômica não é possível
- Nunca deve ser o método definitivo
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Conceito-chave
Uma prensa esmagou a mão: metacarpos em vários pedaços, falta de osso e pele lesada. Placa e parafusos não têm onde segurar. É o cenário do fixador externo.
A indicação. A fixação externa é indicada como fixação temporária ou definitiva para fraturas graves quando a reconstituição anatômica do esqueleto não é viável: fraturas expostas da diáfise muito cominutivas, com ou sem perda óssea; fraturas articulares desviadas e cominutivas; e fraturas com lesão ou perda de partes moles. Além disso, pode estabilizar pseudartroses sépticas quando é preciso remover osso infectado (Green, cap. 7, p. 272, Fig. 7.16).
Por que ela ajuda. SCHUIND e colaboradores resumiram a vantagem: respeito pela biologia óssea, porque os fragmentos não são desvitalizados pela exposição. Os pinos ficam longe da zona de lesão, mantêm o comprimento e permitem cuidar das partes moles (Green, cap. 7, p. 272). A complicação típica é a infecção no trajeto dos pinos.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 62 do SIMÃO 2022, que cobrou afirmações sobre a fixação externa nas fraturas dos metacarpos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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