Segundo o Green, qual é o preditor biológico mais forte de recontratura na doença de DUPUYTREN?
- Sexo masculino
- Gravidade da contratura na primeira intervenção
- Presença de doença ectópica
- Idade mais jovem no primeiro procedimento corretivo
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Conceito-chave
Antes de operar um DUPUYTREN, o cirurgião quer prever quem vai voltar. Há fatores que todos usam no dia a dia, mas a evidência aponta para um em especial.
A diátese. História familiar, início antes dos 50 anos, doença de LEDDERHOSE e coxins nos nós dos dedos (knuckle pads) são os fatores de diátese usados para orientar as recomendações. Curiosamente, eles não se correlacionam com o estadiamento histológico, com o escore de risco genético ou com os resultados funcionais em 5 anos (Green, cap. 4, p. 149).
O mais forte. A maior parte das evidências sugere que o preditor biológico mais forte de recontratura é a idade mais jovem no primeiro procedimento corretivo (Green, cap. 4, p. 149).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 45 do SIMÃO 2022, que perguntou o preditor biológico mais forte de recontratura no DUPUYTREN.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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