Sobre as fraturas do colo dos metacarpos, qual afirmação está correta?
- Na manobra de JAHSS, fletir a metacarpofalângica a 90 graus contrai os intrínsecos e afrouxa os colaterais
- A consolidação viciosa do colo do quinto metacarpo costuma exigir correção tardia
- A angulação dorsal pode produzir pseudogarra
- O dedo mínimo pode ser imobilizado na posição de JAHSS, com as duas articulações a 90 graus
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Conceito-chave
A fratura do colo do metacarpo angula com o ápice dorsal: a cabeça cai para a palma. O dedo tenta compensar, e é dessa compensação que nasce a pseudogarra.
A pseudogarra. Com a cabeça afundada e o metacarpo encurtado, a metacarpofalângica hiperestende e a interfalângica proximal flete para compensar: é a pseudogarra, que, quando significativa e com prejuízo funcional, é indicação absoluta de cirurgia (Green, cap. 7, p. 263). Sem pseudogarra e sem desvio rotacional, a maioria das fraturas fechadas do colo, especialmente do anelar e do mínimo, é tratada sem cirurgia (p. 265).
A manobra de JAHSS. JAHSS percebeu que fletir a metacarpofalângica a 90 graus relaxa os intrínsecos deformantes e tensiona os colaterais, permitindo que a falange proximal empurre a cabeça do metacarpo para cima. A manobra continua excelente para a redução fechada, mas o gesso de JAHSS foi abandonado por rigidez da interfalângica proximal e necrose de pele, e o dedo mínimo nunca deve ser imobilizado na posição de JAHSS com as duas articulações a 90 graus (Green, cap. 7, p. 263, Fig. 7.3).
A consolidação viciosa. A do colo do quinto metacarpo geralmente é bem tolerada (Green, cap. 7, p. 265).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 43 do SIMÃO 2022, que cobrou afirmações sobre o tratamento das fraturas dos metacarpos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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