Qual destes achados de exame sugere que a lesão do plexo braquial é pós-ganglionar?
- Paralisia do hemidiafragma
- Síndrome de HORNER
- Perda da função dos romboides e do serrátil anterior
- Ausência de sudorese no território do nervo lesado
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Conceito-chave
Em toda lesão do plexo braquial, a pergunta que guia a cirurgia é se a raiz foi arrancada da medula (pré-ganglionar) ou se o nervo rompeu fora do forame (pós-ganglionar). A pele, curiosamente, ajuda a responder.
Por que o suor conta. As fibras simpáticas que comandam o suor da mão chegam ao nervo periférico depois de passar pela cadeia simpática, fora da medula. Numa lesão pós-ganglionar, essas fibras são cortadas junto com o nervo, e a pele daquele território fica seca.
O que o Green lista como sugestivo de lesão pós-ganglionar (cap. 34, p. 1308): sensibilidade à percussão na região supraclavicular ou infraclavicular, ausência de sudorese na distribuição do nervo lesado (interrupção simpática) e preservação mínima de movimento (lesão parcial). Um TINEL que avança sugere recuperação.
E o que sugere pré-ganglionar. Lesão do romboide e do serrátil anterior (lesão proximal dos elementos superiores), síndrome de HORNER (avulsão de C8 e T1), ausência de TINEL no pescoço e atrofia dos paraespinhais (Green, cap. 34, p. 1308). A paralisia do hemidiafragma, pelo frênico que nasce de C3 a C5, também aponta para lesão alta.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 40 do SIMÃO 2022, que perguntou qual sinal sugere lesão pós-ganglionar do plexo braquial.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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