A contratura dos ligamentos de contenção (checkrein) da placa volar limita qual movimento?
- Flexão da metacarpofalângica
- Flexão da interfalângica proximal
- Extensão da interfalângica proximal
- Extensão da metacarpofalângica
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Conceito-chave
Depois de uma entorse do dedo, a interfalângica proximal incha e o paciente a mantém dobrada por conforto. Semanas depois, o dedo não estica mais. Os culpados costumam estar escondidos na face palmar da articulação.
A anatomia. A placa volar da interfalângica proximal tem prolongamentos proximais, junto à artéria digital transversa no colo da falange proximal, chamados de rédeas, ligamentos de contenção (checkrein) ou extensões em cauda de andorinha. Diferente da metacarpofalângica, a placa volar da interfalângica proximal não se dobra com a flexão: ela desliza para proximal e distal (Green, cap. 10, p. 387).
Por que limitam a extensão. Qualquer aderência da placa volar proximal ou contratura dos ligamentos de contenção pode limitar muito a extensão da interfalângica proximal. Essa estrutura também explica por que as interfalângicas hiperestendem muito menos que as metacarpofalângicas (Green, cap. 10, p. 387). Depois de uma lesão, os ligamentos de contenção formam bandas colagenosas grossas entre a placa volar e a falange proximal e restringem a extensão; até um encurtamento leve pode levar a fibrose e contratura (p. 396).
O tratamento. Órteses dinâmicas ou gesso seriado são a base do tratamento não cirúrgico da contratura em flexão da interfalângica proximal. Na liberação cirúrgica, os ligamentos de contenção da placa volar são liberados, junto com o colateral acessório em sua origem (Green, cap. 10).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 1 do SIMÃO 2022, que perguntou qual movimento é limitado pela contratura do ligamento checkrein.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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