Nas lesões do leito ungueal, com que frequência há fratura associada da falange distal?
- Em cerca de 30% dos casos
- Em cerca de 70% dos casos
- Em cerca de 50% dos casos
- Em cerca de 90% dos casos
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Conceito-chave
Uma porta de carro fechou no dedo. A unha está roxa e solta, o leito sangra. Antes de pensar na sutura, o Green pede uma radiografia.
O número. Uma fratura associada da falange distal ocorre em 50% das lesões do leito ungueal (Green, cap. 9, p. 369). Por isso os autores recomendam radiografia do dedo em todos os casos, em frente e perfil, para mostrar a extensão da lesão óssea (p. 365).
Como a fratura muda o tratamento. Fraturas sem desvio e do tufo distal são tratadas com o reparo do leito e a recolocação da lâmina ungueal, que funciona como tala: a curva da unha e sua proximidade com o osso mantêm bem a redução; uma sutura em banda de tensão sobre a unha recolocada pode dar mais estabilidade. Nas fraturas instáveis, fios de Kirschner podem ser necessários, evitando cruzar a interfalângica distal quando possível. Nas lesões por esmagamento, a fratura costuma ser cominutiva, com pedacinhos presos ao leito; eles são reduzidos junto com a reaproximação do leito, de novo usando a unha como tala (Green, cap. 9, p. 369 e 370).
Por que importa. O objetivo é a consolidação com uma cortical dorsal lisa: uma cortical irregular atrapalha a cicatrização do leito e deixa a unha deformada (Green, cap. 9).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 99 do SIMÃO 2024, que cobrou a frequência de fratura da falange distal nas lesões do leito ungueal.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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