Para que tipo de lesão o retalho de MOBERG é mais usado?
- Polegar, amputação na altura da falange proximal
- Dedos longos, amputação na altura da falange distal
- Polegar, amputação na altura da falange distal
- Dedos longos, amputação na altura da falange proximal
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Conceito-chave
O polegar perdeu a polpa num corte de serra. O osso aparece um pouco, a unha está quase toda lá, e o paciente quer um polegar sensível e com bom comprimento. O retalho de MOBERG foi feito para essa situação.
O que é. Um retalho de avanço bipediculado, baseado nos dois feixes neurovasculares do polegar, composto por toda a pele palmar do polegar. As incisões paralelas são feitas logo dorsais aos feixes, o retalho é levantado da bainha do flexor e avançado; como os feixes vão junto, teoricamente não há limite de comprimento. A base fica na prega da metacarpofalângica e pode ser desenhada em V, para avançar mais e fechar em V-Y (Green, cap. 44, p. 1719 e 1721, Fig. 44.24 e 44.25).
Onde usar. É reservado para amputações através da falange distal do polegar, porque o fechamento pode exigir flexão da interfalângica; a figura do Green o descreve como mais útil para amputações distais à interfalângica do polegar (cap. 44, p. 1719 e 1721). No algoritmo do autor, as amputações da ponta do polegar com mais perda palmar, mas de menos de dois terços da polpa, são ideais para o MOBERG; quando toda a polpa se perde, ele prefere um retalho neurovascular em ilha, de preferência uma transferência microvascular do dedo do pé (p. 1741).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 25 do SIMÃO 2024, que cobrou a indicação mais comum do retalho de MOBERG.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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