Na síndrome compartimental neonatal, o que é a chamada lesão sentinela?
- Uma lesão arterial palpável no braço
- Uma banda de constrição amniótica no antebraço
- Uma fratura obstétrica do úmero
- Uma lesão de pele característica, na face lateral proximal do braço
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Conceito-chave
Um recém-nascido chega à avaliação com o antebraço inchado e uma ferida estranha na pele perto do cotovelo. A família pergunta se foi algo no parto, a equipe pensa em lesão arterial ou em banda amniótica. O Green dá o nome certo à cena.
O quadro. Tanto a síndrome compartimental neonatal quanto a contratura de VOLKMANN neonatal foram descritas. O antebraço é o local mais afetado. Além do inchaço do antebraço, muitas vezes há uma lesão cutânea característica no braço lateral proximal, conhecida como lesão sentinela da síndrome compartimental neonatal (Green, cap. 51, p. 1967, Fig. 51.1).
Por que reconhecer cedo. O reconhecimento e o tratamento precoces podem melhorar a função e o crescimento na síndrome compartimental neonatal; já a contratura de VOLKMANN neonatal estabelecida não melhora com a intervenção precoce (Green, cap. 51, p. 1967). Em caso agudo, a conduta é a fasciotomia imediata.
O diagnóstico errado mais comum. O lactente é frequentemente diagnosticado como portador de lesão arterial ou de banda amniótica. O diagnóstico correto ajuda a família a lidar com a lesão e elimina dúvidas e culpa (Green, cap. 51, p. 1967).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 64 do SIMÃO 2024, que perguntou como se caracteriza a lesão sentinela da síndrome compartimental neonatal.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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