Na rizartrose, qual é a complicação mais frequente tanto da osteotomia do primeiro metacarpo quanto da artrodese trapeziometacarpal?
- Infecção da ferida operatória
- Deformidade em Z do polegar
- Pseudartrose
- Material de síntese saliente sob a pele
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Conceito-chave
Na rizartrose, há operações que mexem no osso sem tirar o trapézio: a osteotomia do primeiro metacarpo, nas fases iniciais, e a artrodese trapeziometacarpal, que funde a base do polegar. As duas dependem da mesma coisa para dar certo: o osso precisa consolidar.
A osteotomia do metacarpo. As forças da pinça provocam flexão em cantilever e concentram cisalhamento na metade volar da articulação, onde a artrose começa. Uma osteotomia de extensão com cunha de fechamento de 30 graus na base do metacarpo redistribui a carga para a parte dorsal, mais poupada. É indicada nos estágios I e II e contraindicada na hipermobilidade, na subluxação fixa ou na hiperextensão da articulação (Green, cap. 11, p. 424).
A artrodese trapeziometacarpal. Troca a mobilidade da base do polegar por uma coluna estável e forte, e por isso costuma ser lembrada em pacientes jovens e de trabalho pesado.
A complicação que domina. O Green é direto: "a complicação mais comum encontrada com a osteotomia do primeiro metacarpo e a artrodese da CMC do polegar é a pseudoartrose" (cap. 11, p. 432). Nas artroplastias com implante, as complicações típicas são outras: afrouxamento e subluxação.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 96 do SIMÃO 2024, que cobrou a complicação mais comum da osteotomia do primeiro metacarpo e da artrodese trapeziometacarpal.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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