Depois da redução fechada de uma fratura metafisária do rádio distal com angulação dorsal, em que posição se recomenda imobilizar?
- Punho em extensão leve a moderada, sem inclinação para o lado radial, antebraço neutro
- Punho levemente fletido, inclinação ulnar entre 15° e 25°, antebraço neutro
- Punho do neutro à leve flexão, inclinação radial entre 10° e 20°, antebraço neutro
- Punho do neutro à leve extensão, inclinação ulnar entre 20° e 30°, antebraço neutro
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Conceito-chave
A redução de uma fratura de COLLES ficou bonita na radioscopia. Agora vem a parte que define se ela vai se manter: o gesso. Muita gente ainda imagina o punho bem fletido e desviado para ulnar, a velha posição de COTTON-LODER. O Green recomenda outra coisa.
Como o gesso segura. Depois da redução, o gesso é moldado com três pontos: dois contramoldes dorsais sobre os metacarpos e a diáfise média do rádio, e um terceiro palmar sobre o ápice volar da fratura (Green, cap. 15, p. 616). É esse molde de três pontos, e não a flexão exagerada, que impede a fratura de voltar a angular para dorsal.
A posição. "A posição de imobilização recomendada para uma fratura metafisária angulada dorsalmente é neutra a leve extensão, 20 a 30 graus de desvio ulnar e rotação neutra do antebraço" (Green, cap. 15, p. 616, Fig. 15.20). O desvio ulnar usa o ligamento e o tecido mole do lado radial para manter o comprimento, e o punho perto do neutro evita a compressão do mediano no canal do carpo, que a flexão forte provoca.
Logo depois. Os exercícios dos dedos ("six-pack") começam imediatamente, para reduzir o edema e a rigidez (p. 616).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 83 do SIMÃO 2024, que cobrou a posição de imobilização da fratura metafisária do rádio distal com angulação dorsal.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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