Na dissociação escafolunar já estabelecida, como se posiciona a fileira distal do carpo?
- Translada para palmar e roda em pronação
- Translada para dorsal e roda em pronação
- Translada para dorsal e roda em supinação
- Translada para palmar e roda em supinação
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Conceito-chave
Na radiografia de perfil de uma dissociação escafolunar crônica, o escafoide aparece deitado, quase horizontal, e o semilunar inclinado para trás, no padrão DISI. Mas o carpo não para aí: a fileira distal também muda de lugar, e entender para onde vai é entender o desenho inteiro do colapso.
O que acontece com cada osso. Sem a amarração ao semilunar e sob a carga da coluna radial, o escafoide flete em volta do ligamento radioescafocapitato, enquanto prona e transloca para dorsal e radial. O semilunar e o piramidal, livres, giram dorsalmente sob o momento de extensão do hamato (Green, cap. 13, p. 508).
E a fileira distal. O Green fecha o raciocínio: "Como resultado do colapso do escafoide em flexão e pronação e do semilunar e piramidal em extensão, a fileira distal translada dorsalmente e gira em pronação" (cap. 13, p. 508). Na Fig. 13.17, sob carga axial, a fileira distal aparece pronada e surge o espaço entre escafoide e semilunar (p. 505).
Uma imagem para lembrar. Pense no escafoide como um pilar que segurava o capitato. Quando o pilar tomba para a frente, o capitato escorrega para trás e o bloco distal gira junto com o escafoide, em pronação.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 67 do SIMÃO 2024, que cobrou a posição da fileira distal na dissociação escafolunar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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