Em que nível a amputação transradial oferece a maior variedade de opções de prótese?
- De 3 a 5 cm acima do estiloide ulnar
- De 3 a 5 cm acima do estiloide radial
- De 8 a 10 cm acima do estiloide ulnar
- De 8 a 10 cm acima do estiloide radial
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Conceito-chave
Na cirurgia de amputação, a tentação é guardar todo o comprimento possível. No punho, porém, mais comprimento nem sempre é melhor: a prótese precisa de espaço para seus componentes, e o coto precisa aguentar o encaixe.
O problema da desarticulação do punho. A desarticulação preserva melhor a pronossupinação, e o alargamento do rádio distal ajuda a suspender a prótese. Mas cobra um preço: a proeminência do rádio distal e os estiloides podem virar pontos de pressão e romper a pele ao longo da cicatriz, e o comprimento extra, somado ao da prótese, deixa o membro mais longo que o outro, o que dificulta alcançar a linha média. Por isso esses pacientes abandonam a prótese com mais frequência que os amputados transradiais (Green, cap. 50, p. 1955).
O nível que dá mais opções. O Green afirma que a amputação de 8 a 10 cm proximal ao estiloide ulnar fornece a maior variedade de opções protéticas para restaurar a função (p. 1955). Na representação de uma amputação transradial eletiva, as osteotomias ficam a cerca de 8 cm do estiloide ulnar, com incisão em boca de peixe 1 a 2 cm distal a elas e miodese da musculatura profunda ao osso (p. 1957, Fig. 50.3).
E se o coto for curto. Em amputações mais altas, a pronação e a supinação ficam mínimas, mas preservar pelo menos 5 cm de ulna já é suficiente para o encaixe da prótese (p. 1956).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 99 da SBCM 2023, que cobrou o nível de amputação com mais opções de prótese.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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