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Questão de Fraturas dos metacarpos e falanges (OrtoQuestões Simulados, inspirada na prova da SBCM 2023)

Mão e punhoFraturas dos metacarpos e falangesOrtoQuestões Simulados, inspirada na prova da SBCM 2023

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova SBCM. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na fratura de SEYMOUR da falange distal da criança, o que se deve ter em mente?

  1. Há desvio rotacional que precisa de correção cirúrgica
  2. A matriz germinativa é esmagada e o risco é de distúrbio de crescimento
  3. Há desvio angular que precisa ser corrigido para evitar prejuízo funcional
  4. É uma lesão da fise com exposição óssea, que precisa ser tratada como fratura aberta para evitar infecção
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Gabarito: D · É uma lesão da fise com exposição óssea, que precisa ser tratada como fratura aberta para evitar infecção

Conceito-chave

Uma criança prende a ponta do dedo numa porta. Há sangue embaixo da unha e a base da unha parece ter saltado para fora da pele. Parece um machucado de unha; na verdade, é uma fratura exposta da fise, e o que está em jogo é uma infecção do osso.

O que é a lesão. As fraturas de SEYMOUR são lesões pediátricas características da fise da falange distal, em geral por esmagamento da ponta do dedo e da interfalângica distal (Green, cap. 41, p. 1601). São fraturas fisárias desviadas acompanhadas de laceração do leito ungueal que fica por cima, e com frequência a matriz germinativa fica presa dentro do foco (p. 1602).

Por que "exposta". O leito ungueal rasgado deixa o osso em contato com o meio externo. O sinal que entrega isso no exame é a base da unha apoiada por cima do eponíquio, e não por baixo dele (Fig. 41.6). O Green resume: "Tecnicamente, uma fratura de SEYMOUR é uma fratura fisária aberta" (p. 1602). Na radiografia, a suspeita vem de uma fratura fisária com ápice dorsal e hematoma subungueal (p. 1604).

O tratamento segue a lógica da fratura exposta. Retirar a unha, irrigar e desbridar, tirar o tecido preso, reduzir a fratura e reparar com cuidado o leito ungueal (p. 1602). Com isso, numa série de 24 crianças, 23 recuperaram o movimento completo e nenhuma teve infecção. Quando a lesão não é reconhecida e tratada, o resultado pode ser osteomielite, parada da fise e unha deformada (p. 1602, Fig. 41.7).

Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 57 da SBCM 2023, que cobrou o que caracteriza a fratura de SEYMOUR e o risco de não tratá-la.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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