Ao abrir a pele para liberar o nervo ulnar no cotovelo sem transpô-lo, que nervo corre mais risco?
- Ramo articular do nervo ulnar para o cotovelo
- Nervo cutâneo medial do antebraço
- Nervo cutâneo medial do braço
- Ramo motor do ulnar para o flexor ulnar do carpo
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Conceito-chave
Na face medial do cotovelo, entre o epicôndilo medial e o olécrano, a pele parece simples, mas logo abaixo do tecido subcutâneo passam ramos finos que cruzam a região de cima para baixo. Uma incisão nesse lugar, feita sem cuidado, corta um deles, e o paciente sai da cirurgia com o túnel cubital resolvido e uma área dormente ou um neuroma doloroso na frente da cicatriz.
A técnica. Na descompressão in situ, a incisão de 6 a 10 cm segue o trajeto do nervo ulnar, a meio caminho entre o epicôndilo medial e o olécrano. O Green destaca que é preciso evitar lesar o nervo cutâneo medial do antebraço. Depois, o septo intermuscular é palpado, o nervo ulnar é encontrado logo abaixo dele e liberado desde acima do epicôndilo até entre as duas cabeças do flexor ulnar do carpo, soltando a borda tendínea desse músculo (cap. 28, p. 1107).
O que fazer se o ramo for lesado. Na transposição, o Green repete o cuidado com os ramos desse nervo e ensina: se um ramo foi lesado inadvertidamente, a extremidade distal deve ser cauterizada e transposta bem acima do cotovelo, longe da cicatriz (p. 1111, Fig. 28.27). A ideia é que, se um neuroma se formar, ele fique num lugar que não seja apoiado nem tocado.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 46 da SBCM 2023, que cobrou o nervo em risco no acesso da descompressão in situ do ulnar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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