No plano coronal, qual é a relação mais frequente entre a superfície da incisura sigmoide e a da cabeça da ulna na articulação radioulnar distal?
- Oblíqua
- Paralela
- Oblíqua reversa
- Côncava sobre convexa em ângulo reto
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Conceito-chave
Numa radiografia frontal do punho, olhe o encaixe entre a cabeça da ulna e a incisura sigmoide do rádio. As duas superfícies podem correr lado a lado, inclinar-se juntas ou formar um ângulo invertido. Essa forma varia de pessoa para pessoa e muda o comportamento da articulação.
O Green descreve três morfologias no plano coronal, a partir do estudo de TOLAT: as inclinações das superfícies podem ser paralelas, oblíquas ou oblíquas reversas em relação ao eixo longo do rádio e da ulna (cap. 14, p. 563, Fig. 14.3). A forma paralela, o tipo I, é a mais comum, presente em 55% dos punhos; a oblíqua corresponde a cerca de um terço. A tradução repete 33% também para a oblíqua reversa, o que não fecha com o total; o que importa para a prova é que a paralela predomina.
Saber a forma tem utilidade prática. Quando se encurta a ulna para tratar a impactação ulnocarpal, a cabeça ulnar sobe em relação à incisura. Numa articulação oblíqua reversa, isso pode aumentar a pressão na borda proximal da incisura e criar incongruência, com o contato concentrado nessa margem (Green, cap. 14, p. 563 e 585). Um estudo com 1.000 radiografias encontrou a forma oblíqua reversa em apenas 6% (p. 563).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 23 da SBCM 2023, que cobrou o contorno coronal mais frequente da radioulnar distal.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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