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Questão de Rizartrose e artrose da mão (OrtoQuestões Simulados, inspirada na prova da SBCM 2023)

Mão e punhoRizartrose e artrose da mãoOrtoQuestões Simulados, inspirada na prova da SBCM 2023

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova SBCM. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Ao implantar uma prótese de pirocarbono na interfalângica proximal, o que o Green admite sobre os ligamentos colaterais?

  1. Eles podem ser dispensados porque o implante substitui toda a estabilidade
  2. A ressecção de até metade da largura de um colateral pode preservar a estabilidade
  3. Toda a largura de ambos precisa permanecer intocada em qualquer exposição
  4. A abordagem volar provoca instabilidade em todos os casos
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Gabarito: B · A ressecção de até metade da largura de um colateral pode preservar a estabilidade

Conceito-chave

Implante e partes moles trabalham juntos. A artroplastia da interfalângica proximal (IFP) procura tratar a articulação preservando movimento. Isso não dispensa os elementos que a estabilizam. O Green relaciona ausência de função dos colaterais e incompetência da placa volar entre as contraindicações quando produzem instabilidade ou deformidade, além de problemas dos tendões e do envelope cutâneo (cap. 11, p. 417).

Preservar não é exigir integridade absoluta de cada fibra. Na preparação para pirocarbono e substituição de superfície, os colaterais devem ser preservados. Na mesma frase, o capítulo relata que até 50% da largura do colateral radial ou ulnar pode ser sacrificada sem comprometer a estabilidade. A pergunta cobra essa tolerância parcial, e não autorização para ressecar integralmente os dois ligamentos (Green, cap. 11, p. 417).

Estrutura ou acessoCuidado descrito no Green, cap. 11, p. 417
Colaterais no pirocarbonoPreservar; até 50% da largura de um deles pode ser tolerado
Abordagem dorsalPreservar inserção extensora na base da falange média
Abordagem volarReparar a placa volar para evitar hiperextensão instável
Abordagem lateralReparar o colateral ulnar para evitar instabilidade

Por que o acesso muda a estrutura em risco. Na via dorsal, o dano extensor pode produzir disfunção e botoeira. Pela via volar, não reparar a placa volar pode levar à instabilidade em hiperextensão e pescoço de cisne. Na lateral, o colateral ulnar precisa ser reparado. Nenhuma dessas relações torna a complicação obrigatória: elas identificam o que a técnica deve proteger ou reconstruir (p. 417).

Não importar a ressecção do silicone para o pirocarbono. O capítulo descreve que o implante de silicone requer osteotomia mais generosa, sacrificando origens colaterais, e apresenta técnicas de avanço e reparo. Para pirocarbono e substituição de superfície, a orientação de preparação enfatiza a preservação. Assim, saber qual dispositivo está sendo implantado evita transformar uma exposição descrita para um deles em regra para todos (Green, cap. 11, p. 417).

O limite não substitui a avaliação funcional. Antes da operação, o livro pede documentar movimento, deformidade angular, estabilidade e integridade dos tecidos moles, além da preensão. O número de 50% é um dado sobre uma possibilidade de ressecção; ele não elimina a necessidade de avaliar se o conjunto remanescente consegue estabilizar aquela articulação (p. 417).

Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 41 da SBCM 2023, que contrapôs o limite de ressecção colateral às afirmações absolutas sobre preservação e instabilidade.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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