Qual teste investiga a ruptura aguda da banda central pedindo extensão contra resistência com a interfalângica proximal fletida a 90 graus?
- Teste de BOYES
- Protocolo de DURAN
- Classificação de DOYLE
- Teste de ELSON
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Conceito-chave
Um extensor com vias alternativas. A banda central se insere na base da falange média e participa da extensão da interfalângica proximal (IFP). Entretanto, conseguir estender essa articulação não prova que a banda esteja intacta: o Green explica que a extensão pode persistir pelas bandas laterais se os elementos que as estabilizam estiverem funcionando (cap. 5, p. 184). É por isso que o exame precisa modificar a posição do dedo para revelar a lesão.
Como ELSON expõe a falha. No teste clássico, a IFP é apoiada em flexão de 90 graus sobre uma mesa. O examinador pede extensão ativa contra resistência e observa também a interfalângica distal (IFD). Com a banda central rompida, falta força extensora na IFP, mas aparece força de extensão significativa ou hiperextensão na IFD (Green, cap. 5, p. 184). Não é apenas um teste de força isolada: é a combinação das respostas das duas articulações que sustenta o diagnóstico.
O mecanismo da resposta distal. Com o aparelho íntegro, flexionar intensamente a IFP cria folga no sistema das bandas laterais, e a extensão ativa da IFD nessa posição se torna impossível. Quando a banda central está incompetente, o paciente consegue produzir força extensora na IFD com a IFP fletida. O Green usa justamente essa diferença como fundamento de ELSON (cap. 5, p. 184). A tensão que aparece distalmente durante a tentativa de extensão proximal é a pista que uma simples inspeção pode perder.
| Avaliação | O que se procura, segundo o Green |
|---|---|
| Extensão simples da IFP | Pode persistir mesmo com banda central incompetente (p. 184) |
| ELSON | IFP fletida; pouca força proximal com força extensora distal (p. 184) |
| BOYES | IFP mantida estendida e resistência à flexão passiva da IFD (p. 184) |
Dor também interfere no exame. O autor prefere realizar a avaliação sob bloqueio digital quando há dor associada, e compara a força distal com o dedo adjacente ou contralateral colocado na mesma posição. No capítulo, ELSON é apresentado como o exame físico mais sensível para ruptura aguda da banda central (Green, cap. 5, p. 184). Isso não permite ignorar a história ou a ferida: na discussão das lesões da zona 3, o resultado é integrado à extensão ativa e à avaliação da lesão aberta ou fechada (p. 200).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 87 da SBCM 2023, que pediu o epônimo do teste para lesão da banda central. O enunciado foi especificado pela manobra, pois o Green também descreve BOYES para avaliar a integridade da banda central; a pergunta genérica do original não distingue os dois.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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