Na policização do indicador em criança, em que posição se fixa a metacarpofalângica do indicador, que vai funcionar como a nova carpometacárpica do polegar?
- Em posição neutra, alinhada ao eixo do novo polegar
- Em flexão, para dar força à pinça
- Em hiperextensão, deixando a cabeça do metacarpo em flexão
- Não se fixa: a cabeça do metacarpo é retirada inteira
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Conceito-chave
A troca de papéis. Na policização, o indicador vira polegar, e cada estrutura assume uma função nova: a interfalângica distal vira a interfalângica do polegar, a interfalângica proximal vira a metacarpofalângica, a metacarpofalângica vira a carpometacárpica, e o metacarpo vira o trapézio. Os músculos também mudam: o primeiro interósseo palmar passa a ser o adutor, o primeiro dorsal o abdutor curto, o extensor próprio do indicador o extensor longo e o extensor comum o abdutor longo (Green, cap. 37, p. 1460, Quadro 37.2).
O encurtamento. O indicador precisa ficar do tamanho de um polegar. O corte distal é feito diretamente através da fise, o que causa epifisiodese e evita que o metacarpo continue crescendo; a base é cortada na metáfise, e o metacarpo é removido da base até a epífise, que é mantida (Green, cap. 37, p. 1461, Figs. 37.24 a 37.26). Se a fise não for tratada, o crescimento contínuo pode deixar o polegar longo e exigir epifisiodese e encurtamento depois (p. 1469).
Por que a hiperextensão. "A articulação MCP normal do índice hiperestende e a articulação CMC normal do polegar não hiperestende. Para corrigir essa discrepância, a articulação MCF índice é fixada em hiperextensão, colocando a cabeça metacarpal remanescente em flexão" (Green, cap. 37, p. 1464, Fig. 37.28). Assim, a nova "base" do polegar não cede para trás na pinça. A posição é mantida com um fio de KIRSCHNER sobre a cabeça fletida ou pela falange proximal, bloqueando a extensão (p. 1464, Fig. 37.29), e o novo polegar é posicionado a 45 graus de abdução e 100 a 120 graus de pronação (p. 1464). No seguimento, cerca de 40% dos casos não consolidam entre a epífise e a base do metacarpo, sem aumento de instabilidade (p. 1467).
| Estrutura do indicador (Green, cap. 37) | Vira | Cuidado |
|---|---|---|
| Metacarpofalângica | Carpometacárpica | Fixada em HIPEREXTENSÃO (cabeça em flexão) (p. 1464) |
| Metacarpo | Trapézio | Cortado na fise (epifisiodese) e na base (p. 1461) |
| Posição final | 45 graus de abdução, 100 a 120 graus de pronação (p. 1464) |
Por que a pergunta foi refeita. A original perguntava como fixar a CABEÇA do segundo metacarpo e marcava "em hiperextensão". O Green fixa a ARTICULAÇÃO metacarpofalângica em hiperextensão, e diz que isso deixa a cabeça em flexão; por isso a questão pergunta pela articulação e explica as duas coisas.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 75 da SBCM 2022, que cobrou o que fazer com a cabeça do segundo metacarpo na policização.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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