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Questão de Deficiências longitudinais e mão torta (OrtoQuestões Simulados, inspirada na prova da SBCM 2024)

Mão e punhoDeficiências longitudinais e mão tortaOrtoQuestões Simulados, inspirada na prova da SBCM 2024

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova SBCM. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na classificação de BAYNE modificada para a deficiência longitudinal radial, como está o rádio no tipo 3?

  1. Rádio distal mais de 2 mm mais curto que a ulna, com o restante normal
  2. Ausência parcial do rádio: falta a parte distal e a proximal tem hipoplasia variável
  3. Rádio distal e proximal hipoplásicos, mas presentes
  4. Rádio totalmente ausente, distal e proximal
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Gabarito: B · Ausência parcial do rádio: falta a parte distal e a proximal tem hipoplasia variável

Conceito-chave

A escada da deficiência radial. BAYNE e KLUG classificaram a deficiência longitudinal radial em quatro tipos pela gravidade radiográfica; JAMES e colaboradores modificaram a classificação para incluir os pacientes com deficiência do polegar ou do carpo com rádio de comprimento normal (Green, cap. 38, p. 1494). Em todos os tipos o polegar pode estar hipoplásico ou ausente; o que define o tipo é o rádio. A lógica é de gravidade crescente: primeiro o rádio está inteiro, depois curto, depois fino, depois falta em parte, depois falta todo.

Tipo (Green, Tabela 38.2 e Fig. 38.1, p. 1495)Rádio distalRádio proximal
NNormal (só o polegar é afetado)Normal
0Normal, com anomalia do carpoNormal, sinostose ou luxação da cabeça
1Mais de 2 mm mais curto que a ulnaNormal, sinostose ou luxação da cabeça
2HipoplásicoHipoplásico
3Ausente (ausência parcial do rádio)Hipoplasia variável
4AusenteAusente (ausência completa)

O tipo 3. A Fig. 38.1 resume o tipo 3 como ausência parcial do rádio e o tipo 4 como ausência completa (Green, cap. 38, p. 1495). Na tabela, a célula do rádio distal do tipo 3 sai na tradução como "O corpo está ausente", e a do rádio proximal como "Hipoplasia variável" (p. 1495). Ou seja: a parte distal falta, e o que sobra em cima pode ser mais ou menos desenvolvido. A questão original falava em fise ausente; aqui a resposta foi escrita como o Green resume o tipo, ausência parcial com a parte distal faltando.

Por que importa. O tipo orienta o tratamento. Tipos 0, 1 e 2 leve podem precisar só de alongamento e talas; nos tipos 3 e 4, sem apoio radial para o carpo, a mão desvia muito, e se indicava a centralização; a distração externa preliminar é mais útil em crianças maiores com tipo 3 ou 4 não tratado (Green, cap. 38, p. 1494 e 1495).

Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 53 da SBCM 2024, que perguntou como está o rádio no tipo 3 da classificação de BAYNE modificada.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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