Que proporção das fraturas do escafoide não aparece nas radiografias iniciais?
- Até 25%
- Até 20%
- Até 15%
- Até 10%
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Conceito-chave
A mensagem clínica é que uma radiografia inicial normal não exclui fratura do escafoide. Uma fratura sem desvio pode permanecer oculta no primeiro atendimento, de modo que história compatível e dor localizada exigem investigação ou acompanhamento, mesmo com a imagem inicial negativa (Rockwood adultos, 10ª ed., cap. 44, diagnóstico do escafoide).
Há uma divergência numérica que precisa ficar explícita. O gabarito registrado na questão é A, até 25%; o corpo do resumo consultado informa que 30% a 40% não são vistas inicialmente. Nenhuma das quatro alternativas reproduz essa faixa. Ao comparar as fontes, é preciso reconhecer essa diferença de estimativa, sem transformar 25% no valor descrito pelo resumo.
O escafoide possui anatomia complexa, e a sobreposição radiográfica dificulta identificar o traço sem desvio. O resumo recomenda incidências específicas e orienta imobilizar a suspeita de fratura oculta, reavaliando em 7 a 10 dias. Persistindo a suspeita, entram ressonância ou tomografia; quem precisa de uma definição imediata pode fazer exame avançado já na primeira avaliação.
A ressonância é destacada para a fratura aguda oculta; a tomografia tem papel especialmente importante na forma, no desvio e no alinhamento do osso. A escolha depende da pergunta clínica. O ponto para a prática é não liberar uma suspeita consistente apenas porque o traço não apareceu, sem transformar estimativas diferentes de falso-negativo em um número universal.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 67 da SBCM 2024, que perguntou que proporção das fraturas do escafoide não aparece nas radiografias iniciais.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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